A difícil arte de ter um bom restaurante
Quem hoje freqüenta o restaurante "O Caipira", dificilmente sabe o quanto é difícil manter a qualidade do local. Flavio Luiz Andreazza, dono do "Caipira", explica que ele e sua irmã, Maristela Andreazza, lutam para que a comida esteja sempre impecável, os funcionários se dêem bem e os fregueses se tornem amigos. "Recebemos quatro mil pessoas por mês, somos conhecidos na região e não podemos deixar isso acabar", afirma Flávio que todos os dias está no restaurante.
História do local
A idéia de montar um restaurante surgiu quando Flávio tinha apenas o buffet Andreazza (que hoje funciona ao lado do restaurante). "Queria ser diferente de todos. Aí pensei: 'por que não um restaurante caipira'? A comida caipira é uma mistura de muitas outras e é muito saborosa".
Desde 1991, quando "O Caipira" nasceu, a equipe busca fazer do local um ambiente familiar e agradável a todos. Flávio explica que os jovens e os adultos gostam muito do restaurante, mas os maiores fãs da comida caipira são mesmo as crianças. Flavio conta também que fez vários amigos através do restaurante, que tem se tornado um ponto de encontro.
O fogão à lenha é outro diferencial do lugar, pois deixa a comida sempre quentinha. Mas, Flávio explica que o segredo não é só o fogão: é o tempero!
Personagens de Itu
Além dos empresários, das famílias e das crianças que freqüentam "O Caipira", Flávio e Maristela lembram com carinho de um freguês muito especial: o Simplício. "Pouco antes dele morrer, ele veio nos dizer o quanto gostava do restaurante. Ele nos disse que não poderia morrer sem visitar o restaurante que incentivava a cultura caipira, como ele fazia", afirma
Flávio. Simplício, que nem mais andava na época, disse que levaria boas recordações do local.
"O Caipira" se mostra, por essas histórias e por sua comida, uma ótima opção para quem deseja se alimentar bem em um ambiente aconchegante e familiar.